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Embocadura da Flauta Transversal

A embocadura da Flauta Transversal é um assunto que acaba causando muitas dúvidas para os iniciantes, mas após a leitura completa desse artigo você já vai poder ter uma noção bem melhor sobre isso.

O som da flauta é produzido no momento em que nós sopramos o ar e ele se choca a parede do furo do bocal. Essa parede é muito chamada de Riser também, que é o termo em inglês.

Quando o ar se choca com Riser, muitas vibrações podem acontecer no ar e no metal, causando as ondas que dão origem ao som que nós ouvimos da flauta.

Existem várias relações com com o nosso sopro no Riser, pois essa ação leva a produção de várias tipos de som que a flauta transversal é capaz de reproduzir.

A velocidade do nosso sopro, pressão, voluma, ângulo e algumas outras relações, podem influenciar completamente na qualidade do som e por isso a embocadura da Flauta Transversal é assunto tão importante.

Nós estamos trazendo nesse artigo, alguns fatos sobre a embocadura da Flauta Transversal, para que assim você consiga emitir um som verdadeira bonito nesse instrumento.

A embocadura da Flauta Transversal: conhecendo mais sobre assunto tão importante para os iniciantes

Para quem ainda não sabe, a embocadura nada mais é do que o uso dos músculos faciais e dos lábios, usados de maneira controlada para direcionar o ar contra o Riser da flauta, com o objetivo de produzir um determinado som.

Para desenvolver um boa embocadura, algumas posições corretas são extremamente necessárias, como por exemplo:

  • Primeiro grande passo para conseguir a embocadura da flauta transversal

É necessário que você repouse o seu lábio inferior sobre o porta-lábio da flauta, cobrindo pelo menos ¼ do furo do bocal. Com o lábio superior, assopre para dentro do instrumento, de modo que a grande maioria do ar soprado se choque com a parede da chaminé do furo do bocal ou simplesmente Riser. O restante do ar (minoria), deve seguir em ar livre.

Os seus lábios precisam estar totalmente centralizados no furo do bocal, de maneira natural sempre. Não é necessário esticar os cantos da boca de maneira tensa ou fazer a sua compressão, como por exemplo:

Para conseguir emitir as notas agudas e graves, algumas modulações na embocadura serão necessárias, como:

  • notas agudas

O sopro precisa de pouco voluma, maior velocidade e sopro direcionado para frente.

Você vai verificar que conforme as notas vão ficando mais agudar, o lábio inferior começa a cobrir ainda mais o bocal e a embocadura fica mais firme.

  • notas graves

O sopor preciso de um grande volume, menor velocidade, direcionando para baixo e com uma embocadura sempre o mais relaxada possível.

Dica: a sua gargante precisa estar aberta sempre para o livre fluxo do ar, enquanto a língua fica repousada sobre o dente inferior.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre a embocadura da flauta transversal, procure pelo aconselhamento profissional de um professor, pois somente ele poderá dar as dicas mais certeiras para o seu melhor desenvolvimento.

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